sexta-feira, 23 de outubro de 2009


[...] O seu amor, ainda mora nesse velho peito, um sentimento que não foi desfeito, ainda choro com saudade sua!
Me lembro bem, daquele encontro de hora marcada, eu ansiosa com sua chegada, a testemunha era o clarão da lua. (8)
A alegria dos meu dias.
Com ele não existe mais

‘’Onde o tempo não passou! ’’
Eu lembro como se fosse agora. Nesse instante.
Certas coisas eu nunca esqueço. Meu coração não permite.

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